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Ordens da Ajuda

Muitos ajudantes, por exemplo, na psicoterapia e no trabalho social, pensam que precisam ajudar aqueles que procuram ajuda, como os pais ajudam seus filhos pequenos. Inversamente, muitos que procuram ajuda esperam que os ajudantes se dediquem a eles como pais em relação a seus filhos e esperam receber deles, mais tarde, o que ainda esperam ou exigem de seus próprios pais.

O que acontece se os ajudantes correspondem a essas expectativas? – Eles se envolvem numa longa relação. Para onde leva essa relação? – Os ajudantes ficam na mesma situação dos pais, lugar onde se colocaram através desse querer ajudar. Passo a passo, precisam colocar limites aos que procuram ajuda, decepcionando-os. Então, estes desenvolvem frequentemente, em relação aos ajudantes, os mesmos sentimentos que tinham antes em relação aos pais. Dessa maneira, os ajudantes que se colocaram no lugar dos pais e talvez até queiram ser melhores que os pais tornam-se para os clientes iguais aos pais deles.

Muitos ajudantes permanecem presos na transferência e na contratransferência da criança em relação aos pais dificultando, assim, ao cliente a despedida tanto de seus pais quanto deles.

Ao mesmo tempo, a relação segundo o modelo da transferência entre pais e filhos impede também o desenvolvimento pessoal e amadurecimento do ajudante.

Bert Hellinger – Ordens da Ajuda – Editora Atman

Constelação sistêmicas e Treinamento com a trainer alemã Theresia Maria Spyra – clique aqui

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Entrevista
com a trainer alemã Theresia Maria (Theresa Spyra)

O que é um facilitador de constelação sistêmica?

Facilitador de constelação sistêmica não é um técnico. No começo o conhecimento técnico é fundamental para guiar o terapeuta, lhe dar segurança até que o trabalho sistêmico possa acontecer por si mesmo através do intermediário do facilitador. O grande mistério é que o terapeuta não faz; ele deixa acontecer. Para isto, é necessário maior preparo e empenho sincero no treinamento. Estamos condicionados a fazer. Achamos que estamos fazendo tudo. Que tudo depende de nós – a cura, a resolução de uma questão, a boa condução da terapia… E isto não é verdade. A constelação veio para nos mostrar que as coisas acontecem, quando permitimos, e o que acontece pode ficar visível. A solução ou bom encaminhamento dentro da constelação ocorre quando o facilitador se coloca a serviço do seu trabalho – a serviço do seu próprio sistema como terapeuta, em vez de se colocar como quem faz acontecer. Esta é a postura necessária para que o trabalho possa acontecer. O terapeuta não sabe as respostas. Até o saber – ou o querer saber, é perigoso, e pode levar para o caminho errado. O correto é se colocar a disposição. Se colocar abaixo do trabalho, humildemente, dando somente os toques necessários para que o trabalho aconteça por si mesmo. Esta é a grande arte, o grande segredo desta técnica.

Qual aprendizado terá o aluno que vai fazer a formação com você?

Neste treinamento os participantes serão habilitados através de várias técnicas de auto-percepção, distanciamento e dissociação, para alcançar a postura correta, que possibilita o decorrer da dinâmica de constelação da forma mais pura, sem colocar as próprias idéias e conclusões pessoais. Isso é importante para que o facilitador seja o instrumento que dá o melhor resultado possível ao cliente.

Por quais etapas de desenvolvimento passará o aluno, até estar apto a conduzir uma constelação sistêmica?

O básico é muito treinamento comigo, em primeiro lugar, onde darei todas as orientações e correções de forma individual, buscando sempre o melhor desempenho do aluno. A partir disso, os alunos treinarão também entre eles, sob a minha supervisão, passando, a seguir, por treinamentos com clientes selecionados para este fim. Finalmente, o aluno guiará a própria constelação sistêmica. O treinamento nokomando, dará suporte, supervisão e acompanhamento do estudante em todas as etapas, até que ele se sinta seguro para conduzir o seu próprio trabalho.

Um dos pontos chave que você coloca como fundamental na sua formação de constelação familiar, é que o próprio aluno, futuro facilitador, trabalhe a si e conheça profundamente o próprio sistema familiar. Por que o autoconhecimento é importante?

A constelação sistêmica somente pode ser aprendida em partes. Para se desenvolver como um competente facilitador de constelação sistêmica é necessário conhecer a si mesmo, conhecer os próprios bloqueios, eliminá-los e ampliar os seus limites. O treinamento é construído de uma forma que o participante estará trabalhando primeiramente a si próprio, entrando na aventura da auto-descoberta através da constelação sistêmica, conhecendo o próprio sistema familiar e a importância do passado e da história. Conhecerá o próprio lugar, como o de todos os que pertencem ao sistema familiar e eliminará bloqueios do passado que impedem o desenvolvimento natural no presente. Assim o aluno estará apto a atender o cliente e trabalhar as situações apresentadas, sem o risco de identificar-se com os próprios problemas pessoais mal-resolvidos.

Saiba mais sobre este treinamento – clique aqui

Como tornar-se conhecido e fazer
a sua missão de vida

Um dia você encontrou a sua missão de vida: auxiliar, através do seu trabalho e do seu conhecimento, o maior número de pessoas. Fazer da sua vida algo de valor, indo além do sentido de realização financeira. Fazer o que você veio fazer neste planeta. Para isso, você tem que vencer vários obstáculos: estar bem consigo mesmo, para poder estar bem com o próximo; entregar-se à fé em algo maior, que possa conduzir o seu trabalho; dominar o ego, que teima em dizer que você é alguém especial e melhor que o seu irmão; auxiliar o próximo, sem apegar-se aos resultados; saber não pegar para si os problemas dos outros. Este é um trabalho para a vida toda, e cada passo que você conquista, adquire mais uma dádiva preciosa para ser transmitida ao seu cliente.

E cheio de motivação e dedicação sincera, é possível que você já tenha tentado inúmeros caminhos diferentes para fazer o seu trabalho conhecido: anunciar em rádio, jornais, TV, internet. Fazer palestras, eventos gratuitos. Distribuir panfletos, contratar vendedores. Fazer trabalhos voluntários, unir-se em associações ou freqüentar meios religiosos. Ou ainda não fez muito, por não saber o que, exatamente. Você percebe que não sabe como ficar conhecido, nem como fazer o trabalho deslanchar.

Como anunciar o seu trabalho? Como se colocar diante do mercado? Como divulgar que você tem algo a mais que os concorrentes – a sua fé e dedicação, sem parecer piegas ou místico demais? Como atingir o seu público alvo? Como ser quem você é, assumindo toda a sua espiritualidade, competência e peculiaridades, sem assustar o seu público? Como utilizar estas características peculiares para ganhar o valor correto pelo seu serviço? Como se fazer conhecido e melhor: reconhecido?

Saiba mais – clique aqui

constelação familiar sistêmica e estrutural, arteterapia, consciência corporal, meditação, descontração e autoconhecimento

constelação familiar sistêmica e estrutural, arteterapia, consciência corporal, meditação, descontração e autoconhecimento

Querido amigo

Leveza, alívio, soluções sem nem perceber como, uma nova visão de si, da família e sentir-se parte de algo maior – estas são algumas sensações que talvez você tenha vivenciado após a constelação familiar sistêmica.

O que você acha de expandir estas sensações? Tudo começa em si mesmo: da forma como você se vê e como expressa isso ao mundo. E você é muito, muito mais do que está se vendo. Então, que tal encontrar a si mesmo, libertar-se de pensamentos e emoções que ainda influenciam a sua vida e perceber que em si, você já tem todas as habilidades para construir uma vida prazerosa, adequada ao seu jeito de ser e ao seu sistema familiar?

Imagine como será a sua vida quando você atrair para si relacionamentos baseados no crescimento mútuo e no compartilhar, e não mais nas dores do passado?

E a sua vida pessoal, seu trabalho? Como ficará no momento em que libertar-se das limitações e dos pensamentos de que “não sou bom o suficiente” e substituí-lo pela real sensação de que: estou no caminho, tenho prazer em caminhar, sei e domino o que faço e me divirto nesta jornada?

Talvez você tenha presenciado a constelação familiar como uma técnica terapêutica. Agora, apresentamos a Constelação Sistêmica como uma técnica que apresenta caminhos e soluções. E ainda trabalha bloqueios que tenham permanecido.

Na Oficina Autoimagem e Caminhos com Constelação Sistêmica (antigo Grupo de Trabalho e Estudo de Constelação Sistêmica em 12 Encontros),

Você receberá um verdadeiro e intenso presente, que mudará a sua forma de se ver (sua autoimagem), de perceber os outros, de conhecer seus pensamentos, emoções e acessar sua intuição, de agir diante das situações da vida e de determinar os próprios caminhos. Como? Veja abaixo:

1 – você faz uma constelação sua, e encontra soluções para um tema que mais lhe “pega”:

– pode ser questão familiar

– relacionamento afetivo

– caminho pessoal e sentido de vida

– caminho profissional

– questão financeira

– questão referente doença ou sintoma físico

– dúvidas a respeito de negociação de imóveis e objetos

– saber quem você é e qual a sua autoimagem

– outra qualquer que lhe esteja incomodando

2 – conhece as relações entre seu corpo, seus pensamentos e suas emoções, através de uma profunda, mas movimentada e divertida técnica de autoconhecimento corporal e arteterapia, aplicada em diversos momentos do encontro pela terapeuta corporal Silvana Parente Costa.

3 – pode discutir o seu desenvolvimento pessoal semana a semana, num grupo alegre, pequeno e amigo, acompanhado pessoalmente pela trainer e terapeuta Theresa Spyra, que realizará outras intervenções e dinâmicas, possibilitando o desbloqueio e descoberta de metas.

4 – conhece mais a fundo a teoria sistêmica, possibilitando olhar os seus relacionamentos familiares, pessoais, profissionais e afetivos sob um ângulo que evita “atritos emocionais” e possibilita melhor entendimento.

5 – descobre formas diferentes de meditar, entrando em contato “conscientemente” consigo mesmo, aprendendo a perceber um espaço “vazio” entre o que você pensa, sente e a “realidade”, que é muito diferente.

6 – descobre a sua autoimagem.  Vê em si mesmo a capacidade de intuir seu caminho, tomar suas decisões com acertividade e trazer a tona seus recursos que possibilitam você agir com precisão e equilíbrio.

Depoimentos

“O ponto maior do curso foi discernimento. Andei analisando de novo sobre o desejo, e eu senti que estava indo contra o desejo, ao ir contra o problema. Então, em vez de ir para frente, eu estava indo para trás. Aprendi que, ao invés de ir contra o problema, é melhor ir a favor do desejo. Isso faz diferença no dia-a-dia.” E. T.  – empresário

“Olhar para si mesmo: eu sempre vi isso de uma forma de se analisar com a cabeça… Era o que eu fazia, mas isso nunca me ajudou, nunca me acrescentou em nada. Neste trabalho, eu não sabia muito bem como fazer para que tivesse compreensão das minhas questões, das minhas dúvidas, mas a cada encontro, de repente, eu não ficava racionalizando as respostas, mas algo que alguém falava, ou a posição que  alguém colocava dentro do grupo… batia! Poxa, é isso! Vinham respostas sem pensar! Era somente sentir. E isso, a cada encontro, foi me ajudando em muitas e muitas coisas. Então agradeço muito a todos, quero continuar aprendendo, compreendendo mais esta forma intuitiva de respostas. Muito obrigada. Obrigada mesmo a vocês, porque foi maravilhoso.” Cristina Pereira Campos – assessora diplomática

“Acho que cada dia, cada trabalho, cada encontro, veio crescendo, e veio mostrar que as coisas são simples, e a gente às vezes é que acaba complicando. O grupo, nós já trocamos telefone, a gente sente que tem necessidade um do outro, sem julgar, sem nada, todos no mesmo barco.” Mirna Bolanho –terapeuta

“Todo mundo se sentiu tão bem, e eu lembro que, quando a gente começou, todos falaram: queria achar um caminho, queria me doar. Acho que a gente se sentiu bem porque cada um doou muito aqui, entrou muito a alegria, o sorriso, o brilho no olhar. A amizade, o carinho com que vocês acolhem faz com isso dê muito mais retorno ainda das pessoas, porque as pessoas não sentem que isto está sendo feito porque “eu paguei, estou aqui, exijo isso…”. É uma coisa tão prazerosa para vocês que transcende isso. E pra gente também é um prazer. Sinto que vocês têm amor naquilo que vocês fazem. Eu sinto isso: esta preocupação, esta dedicação de vocês, e isso foi aberto pra todo mundo do grupo que também se dedicou desta forma. Não tem como não falar que as pessoas aqui não ficaram mais ricas, mais felizes, mais leves. A gente compartilhou muitas coisas… Ficamos muito mais leves. De cada um levo um pedacinho comigo, esperando ter contribuído com alguma coisa para cada um. Esta troca, esta doação que a gente tem na constelação, não tem palavras. A gente sente mesmo.” Valéria Reis Fagiani – psicóloga

Gostou? Bem, então é só inscrever! O investimento deste encontro é um valor realmente especial, e temos pouquíssimas vagas, para este trabalho que já se iniciará na próxima terça-feira, às 19h30. Serão 10 terças-feiras inesquecíveis e mais dois sábados! Envie um e-mail e reserve o seu lugar! Ficaremos muito contentes em poder compartilhar com você este trabalho preparado com carinho e acompanhar as descobertas, semana a semana, que você experimentará.

Abraços e até mais!

Alex Possato e Theresa Spyra

Nokomando – o site da sua consciência pessoal e profissional

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Constelação sistêmica e imagem pessoal: formação, coaching, terapia e workshops

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Terapeuta alemã de constelação, Theresa Spyra

Terapeuta alemã de constelação, Theresa Spyra

Relutei um pouco em escrever sobre a Theresa. Não é que ela não mereça, não seja uma grande terapeuta, ou coisa desse tipo. Na realidade, ela é minha esposa, e por isso, achei que talvez estivesse puxando a sardinha… sabe como é que é, né?

Mas seria incoerência da minha parte não falar da maior terapeuta que já vi trabalhando, e que, além de me ajudar profundamente em resolver todos os processos emocionais que me acompanharam a vida toda, tem recebido o carinho e admiração dos seus próprios clientes. Vou contar sua história.

Theresa é alemã, nascida em Kempten, Bavária, próximo aos Alpes alemães. Desde cedo, tinha a curiosa mania de sair com sua bolsinha de primeiros socorros, pronta a atender a primeira pessoa que estivesse necessitando de cuidados. Seu sonho? Ser missionária em algum país da África. Inclusive a sua mãe queria que ela fosse enfermeira. Mas Theresa precisava passar por outros tipos de experiência. Saiu de casa aos 18 anos, para enfrentar o mundo da cidade grande, Berlim, se formar em economia e análise de sistemas, e trabalhar como promissora executiva. Porém, algo dentro de si a impelia rumo ao desconhecido, à aventura, ao desafio. Deixando o emprego seguro e seu ótimo salário, partiu em viagem pela América Central, desde o México, descendo, país a pais, até a América do Sul. Este percurso foi realizado em oito meses. Foi aí que nos encontramos. Eu, vindo do Japão após três anos de trabalho, estava de férias no Peru e Bolívia. Ela, vinda do México, estava também no Peru – destino, a cidade inca de Machu Pichu. Nos conhecemos, e não nos soltamos mais.

Theresa veio morar no Brasil. E então, começou o seu contato com o mundo da “cura” e da terapia. Dona de uma percepção e intuição ativa, Theresa freqüentou centros espíritas kardecistas, e embora não tenha se identificado tanto com a formalidade e inflexibilidade da doutrina, entrou em contato com o conteúdo de sua mente inconsciente e as inúmeras percepções que tinha, definidas pelos espíritas como mediunidade. Theresa prefere não acreditar se é mediunidade, ou se é um simples acesso à mente inconsciente, dela, ou o inconsciente coletivo. Não importa para ela, a existência ou não dos espíritos – importa o trabalho e a cura com os vivos, embora ela respeite e aceite (da sua forma toda particular) todo o tipo de conhecimento místico.

Nesse caminho, Theresa estudou e formou-se em Reiki máster, máster em programação neurolinguística – PNL, terapeuta de shiatsu, além de ser, durante um período, dirigente da seicho-no-iê. Filosoficamente, Theresa assentou sua busca ao encontrar a ancestral filosofia hindu advaita vedanta, principalmente nos três únicos contatos que teve com o místico Satyaprem, o contato também estreito com a meditação do zen budismo (recomendo que você conheça a Monja Coen), e o estudo do feng-shui e do taoísmo. Hoje Theresa observa todas as doutrinas, filosofias – religiosas ou não, experiências esotéricas, e vê que em todas existe a manifestação de algo maior. Porém, tem também a percepção de que cada um deve ter a sua própria independência com relação a filosofias e crenças, porque o poder de curar-se está em si, e ao transferir a responsabilidade para um deus externo, um guru, crenças, rituais, etc., pode-se perder o contato com a fonte. (Eu, particularmente, observo que existem ateus com fé muito mais genuína do que muitos espiritualistas). Não abandonando o seu lado empreendedor, é também empresária, e aí começou a trabalhar com treinamento. Finalmente, os seus estudos e vontade a direcionaram à formação em constelação familiar sistêmica, constelação estrutural e hipnoterapia, curso que a levou de volta à Europa, especificamente, Suíça.

Eu diria que a maior qualidade da Theresa, como terapeuta, é a sua capacidade de observar a essência do seu cliente. E direcioná-lo a encontrar, observar e tomar posse dessa essência. Theresa não enxerga o problema, não busca explicações para o problema, não coloca culpas ou erros nas costas do seu cliente. Embora ela possa ser bem dura, quando necessário, é também e principalmente acolhedora, e deseja, sinceramente, que o cliente consiga ver a sua própria energia natural fluir, harmonizando, em primeiro lugar, o relacionamento consigo mesmo. A partir daí, os relacionamentos exteriores, o trabalho, a saúde, tudo o que possa apresentar distúrbios, harmonizam-se naturalmente.

Theresa Spyra, por Theresa Spyra:

Certo e errado 1

“Recuso-me falar de certo e errado. Isto só confunde. Não acredito em certo e errado. Tem resultados favoráveis e desfavoráveis para o momento no qual ocorrem, isto não significa que continuam sendo o que pareçam ser. O que parece desfavorável, num momento bem próximo pode se mostrar favorável.”

Gratidão

“Vivi quase toda minha vida em regalia, na Alemanha, e nunca tive a sensação de gratidão, tudo estava sempre ao alcance, e costumávamos reclamar quando algo faltava ou não era conforme a nossa vontade. Viver em abundância não tem nada a ver com gratidão, muito ao contrário. Hoje gratidão para mim é receber o que a vida está me oferecendo neste momento. Acordar um o barulho da chuva, o carinho da minha filha, em outro momento a insatisfação dela, sentir o calor do sol no meu corpo, jogar um jogo com a família, parar por um momento para me auto-observar e perceber que estou bem onde estou, satisfeita comigo, com a minha vida e com meu trabalho e com tudo que eu me coloquei a realizar. Posso ir com calma, sem correr, curtindo a paisagem e tudo que vier.”

Honestidade consigo mesmo

“Por tão pouco pagamos um preço tão caro, ao esconder de nós mesmos o que ocorreu, nós nos afastamos cada vez mais da nossa essência, e assim, do que estamos buscando.”

A missão

“A vida de formiga é uma festa só. Ela gosta da sua missão, sai cedo de casa, cheia de vontade e alegria com a perspectiva de encontrar folhas bem suculentas e gostosas. Corta-as com todo cuidado e perfeição, e um especial prazer é cortar um grande pedaço de folha, tão grande, mas que ainda dá para carregar: isto a deixa mais contente e alegre ainda. Depois começa o malabarismo divertido: às vezes a folha é pesada demais, e nas suas manobras perigosas vai embora o equilíbrio e a folha se perde. Se não tem como recuperar o tesouro precioso, não faz mal; a formiga volta para cortar mais uma folha. Algumas vezes até acha no caminho um pedaço de folha abandonado. Alguém parece ter perdido… e ela pega alegremente e recomeça a sua jornada. O peso deixa as pernas bambas, porém, isto a anima mais ainda. A superação é o seu jogo preferido, já que gosta de se divertir durante a tarefa diária. Nunca pensou em reclamar. Afinal de que? A vida é boa como ela é. Às vezes ela vê a cabeça de uma companheira, às vezes o bumbum redondo, mas ninguém tem tempo para parar e bater papo. A missão é o mais importante, não há dúvida. Como também não há dúvida de que essa formiga se acha a mais importante: ela somente percebe o seu próprio trabalho, e como vai saber o que os outros estão fazendo. E afinal, o que interessa?”

Certo e errado 2

“O mundo nos cobra o “certo”. Primeiro são os pais, os parentes, os professores e … logo, logo somos nós mesmos que cobraremos resultados melhores para nós (o certo), julgaremos todos os acontecimentos (certo ou errado)… para chegar onde?

E se eu fizer tudo certo, de acordo com os meus padrões, se eu me empenhar ao máximo, onde eu posso chegar? O que eu posso alcançar com isto? Felicidade? Reconhecimento? Satisfação? Equilíbrio? Segurança? Controle do futuro? Controle sobre os outros?”

Pais e filhos

“Nos dias de hoje presenciamos muito desequilíbrio nos relacionamentos familiares. Até parece que as coisas se inverteram. Quantos pais estão preocupados em serem aceitos pelos próprios filhos? Se sentem rejeitados pelos filhos, muitas vezes já desde a infância. Os pimpolhinhos não obedecem, parecem ser mais fortes e insistentes que os pais, tem as rédeas nas mãos, são eles que mandam nos pais. É muito doloroso para um pai e uma mãe não terem a a autoridade como pai ou mãe. Eles querem desesperadamente ser aceitos pelos filhos, por isto compram a atenção deles, com brinquedos, video-games, viagens, roupas, carros, etc. Mas o respeito não pode ser comprado. E quando os pais não respeitam os próprios pais, como eles podem esperar serem respeitados pelos próprios filhos? Eles não transmitiram este sentimento para eles. Nem em palavras, nem em ações.”

Constelação sistêmica com Theresa Spyra – clique aqui

Escrevi este texto uns meses atrás… Ele serve para você, que assim como eu, é terapeuta, psicólogo, profissional holístico, enfim, o “one man show”. Antes de ler, umas pequenas lembranças:

– nada do que você não acredite ser, será visto. Por isso, a imagem pessoal sua é uma auto-descoberta de quem você realmente é. Acredite, só isso já é o suficiente;

– mesmo acreditando até o fundo da alma, é preciso comunicar quem você realmente é. Comunicação parece uma técnica. E até pode ser. Mas a alma da comunicação é o amor. Amor é o contato com a sua essência e a essência do outro, que é bela, rica, saudável. A comunicação como técnica é feita pelos órgãos sensoriais e pelas sinapses no cérebro. A comunicação como amor é feita pelo coração e não é racionalizada.

Se você quer criar algo de si que não é, esqueça. Se você quer ser o máximo que você pode ser, aceitando quem você é, aí você começa a se diferenciar. Vamos ao texto?

Quando você olha um astro de rock, um artista da televisão ou um grande esportista, imediatamente formula em sua mente uma opinião a respeito dele: é simpático, é arrogante, parece feliz, está preocupado, é atencioso. O que você acharia se eu disser que você está pensando algo sobre ele – o “famoso” – que ele quer que você pense? E é exatamente isso que ocorre. Muitas pessoas, sejam artistas, esportistas, empresários, executivos, profissionais liberais ou consultores de vendas possuem o dom de influenciar a opinião que os outros possuem a respeito delas. Isto pode ser uma habilidade natural, mas é perfeitamente possível treinar, e iremos falar um pouco sobre como formar uma imagem pessoal adequada aos seus objetivos.

Para que imagem pessoal?

Se você é do tipo de pessoa que vive absolutamente sozinho, estas linhas não são para você. Eu estou levando em consideração você, que vive com pessoas. E estas pessoas olham para a sua cara, interagem consigo, compram ou vendem, pedem coisas, exigem outras e se oferecem igualmente para ajudar. É a sua família, clientes, colegas de trabalho, chefes, professores, colegas de estudo, associados do clube, membros da igreja, o padeiro, o jornaleiro da esquina, enfim, seu círculo social. Mesmo que não queira, todos eles têm uma opinião formada a seu respeito, todos eles já rotularam você de uma determinada forma, e isso se chama imagem pessoal. A única imagem pessoal que vale é aquela que é percebida pelo outro. Você saberá qual a imagem pessoal que está transmitindo ao perguntar, abertamente e sem medo, o que o outro pensa sobre si. Faça uma enquête, pergunte a dez, vinte, trinta pessoas. Depois, avalie o resultado e veja se está satisfeito com ele. Perceba quais são os seus objetivos em relação a essas pessoas, e analise se está obtendo sucesso: está obtendo a amizade das pessoas que deseja? Está conseguindo vender aos clientes? Está alcançando melhores posições dentro da sua empresa, em seu relacionamento com a chefia?

É óbvio que talvez você não queira nada disso. Talvez você queira estar tranqüilo, com uma vida sem grandes saltos, e isso é válido. Mas vale lembrar que, mesmo as pessoas pacatas, necessitam se comunicar com o outro, e por que não fazer isso de forma eficaz?

O que você quer que o outro pense de você?

Aí está a primeira dica: o que você quer que o outro pense de você? Como você quer ficar conhecido? O que será que o outro tem que é interessante a você: amizade, dinheiro para investir, influência, amor, carinho, sabedoria, espiritualidade? É importante você saber o que quer, porque o resto da sociedade também está querendo algo de você… Dessa forma, é necessário descobrir os valores que norteiam a sua vida: dinheiro, amizade, necessidade de ser aceito, religiosidade, lazer… O quanto estou disposto a me expor para conseguir o que eu quero? Qual o meu limite? O que representa o outro ser humano para mim? Como separo amizade de negócios? E também descobrir suas principais características que são vistas pelo outro: sou calmo ou agitado? De confiança ou instável? Culto ou informal? Requintado ou desleixado?

Os seus valores devem estar alinhados às suas crenças. Suas crenças devem estar alinhadas aos seus objetivos e finalmente, todos eles devem estar alinhados à sua imagem pessoal. Por exemplo: se você quer ser rico e famoso (valor), deverá ter a crença de que possui capacidade e talento para alcançar este patamar. Se você não crê em si, há um desalinhamento entre seus valores e suas crenças. Mas se você crê e se vê capaz, deverá buscar o público adequado para ver a sua capacidade e talento. Ou seja, um público que enxergue a imagem pessoal que você está transmitindo. Este é só um exemplo: poucas pessoas querem exatamente a fama e ser milionário. O importante é saber o que faz bem a si mesmo…

Dinheiro e status, amor e amizade

Saber o que faz bem a si mesmo é um exercício de auto-conhecimento. Mesmo que muitos queiram dinheiro, reconhecimento, amor e amigos, todos nós somos dotados de uma personalidade multi-facetada. Isto quer dizer: às vezes queremos aventura, mas às vezes queremos solidão. Estamos uma hora tristes, outra hora eufóricos. Ficamos nervosos e suaves. Existem os momentos das loucuras gastronômicas, mas há um espaço para a meditação e uma vida mais simples. Por isso, quanto mais você se conhece, e se permite ser o que é, mais congruente será a sua imagem pessoal. O que estou dizendo é que, apesar de você dever ter objetivos específicos nos relacionamentos, deve adotar uma postura flexível, que respeite o seu próprio momento pessoal. Assim, você não estará sendo falso e nem forçado a ser de um jeito que não está de acordo com o que sente. Resumo da ópera: se você tem objetivos, deve saber que no caminho entre você e a sua meta, existem pessoas, dezenas, centenas delas. Portanto, saber o que quer e saber influenciar as pessoas é uma habilidade necessária. Porém, se finge algo que não é, ou quer algo que no fundo, não lhe faz feliz, a sua imagem pessoal será afetada pela incongruência entre o que você fala e o que faz.

O caminho para criar uma imagem pessoal adequada e equilibrada, respeitando a si e aos outros e ainda conseguir influenciar positivamente os outros, passa por alguns pontos. Vamos a eles:

1 – Assuma o comando da sua vida e dos seus relacionamentos. Ninguém tem o dom de lhe fazer feliz ou realizado – só você mesmo;

2 – Tenha objetivos, sempre. Se não tem objetivos, pergunte à sua intuição onde e como você estará quando tudo der certo na sua vida: como agirá, quem serão seus companheiros, qual a sua aparência, suas habilidades. Então você saberá;

3 – Conheça-te profundamente e aprenda a perceber o seu estado de espírito;

4 – Aceite-se como é – muitas pessoas gostam do seu jeito de ser;

5 – Relacionamento é um jogo, e você pode jogar sério, para ganhar ou para se divertir. Escolha o seu modo, e jogue. Se você se recusa a jogar, está jogando mesmo assim: para perder;

6 – A imagem que o outro tem de você é só uma imagem, como uma fotografia – não é você;

7 – Assim, não acredite também na sua imagem pessoal – ela é uma ilusão.

8 – Crie e recrie a sua imagem: experimente mudar roupas, entonação de voz, postura, hábitos, cabelo, visual, lugares onde freqüenta, amizades. Cada passo que der, alguém vai falar que você mudou – mas você continua o mesmo;

9 – Perceba se seus objetivos estão sendo alcançados. Se não estão, está na hora de mexer na fórmula objetivos x relacionamentos x imagem pessoal. Veja o que pode mudar;

10 – Não perca a sua própria congruência. Respeite seu estado de espírito, assuma e respeite suas crenças mais profundas.

Seja a mudança que você deseja no mundo – Gandhi

Alex Possato é diretor do

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Tudo sobre constelação sistêmica – o mais completo blog da net

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Todos nós que somos terapeutas, psicólogos, profissionais da área da saúde, consultores ou um outro profissional que cuida da saúde emocional e física de outro, iniciamos este caminho com uma forte chama dentro do peito: a chama da compaixão, do ajudar, a chama da entrega a algo maior. Muitas vezes, como foi o meu caso, e da Theresa, minha companheira, terapeuta alemã de constelação sistêmica,  esta chama já estava nas brincadeiras e sonhos infantis, mas no decorrer da vida, ficou escondida atrás de outros interesses e carreiras aparentemente mais fáceis, imediatas e rentáveis.

Hoje tenho absoluta certeza de que não é possível fugir da missão de ser um curador, e acredito até que o universo, sabiamente, nos desviou deste caminho exatamente para provocar dores, atritos e problemas em diversas áreas da vida. Assim, no momento em que estivéssemos prontos, buscaríamos a cura interior. Como disse, ser terapeuta é “menos fácil” do que ser outra coisa qualquer. Outra coisa qualquer que já fui e ainda sou, como empresário, escritor, jornalista, diretor de comunicação, operário de linha de montagem, lavador de carros, entregador em lavanderia…

Digo que é “menos fácil” porque ao escolher ser terapeuta, lido com as dores e sofrimento do outro. E não tem jeito: ao lidar com o sofrimento e dores do outro, as minhas próprias dores e sofrimento emergem. Se você é terapeuta, ou já cuidou de alguém com problemas, sabe muito bem do que estou falando. E é exatamente ao entrar em contato com a própria dor e sofrimento interior, e percebendo a total ilusão de que eles são formados, que tornamo-nos aptos a lidar com a dor do outro. Quem sofre não tem possibilidade de lidar com o sofrimento. Quem nunca sofreu também não. Quem acredita no sofrimento só consegue acolhê-lo a custa de muito sacrifício pessoal e para que o seu cliente fique bem, cede a própria energia, buscando restabelecer a saúde na marra. Já vi muitos padecerem e somatizarem doenças com esta atitude.  Somente quem percebe o sofrimento como algo desvinculado de realidade, e já conseguiu eliminar em si mesmo o vínculo com a dor, pode muito bem acolher os sofredores, e encaminhá-los no caminho do despertar.

Despertar? Sim, estou falando de um despertar para a saúde em essência, que cada ser humano é dotado. Você sabia que terapeuta vem do grego therapeuen, que quer dizer “aquele que inicia”? É um engano pensar que a figura do terapeuta tem poder de cura. Nem a técnica utilizada tem o poder de cura. Por isso, ao sairmos das nossas faculdades e cursos, com um diploma na mão, não somos terapeutas, mas sim, profissionais da saúde, no máximo. O terapeuta “inicia” o cliente na descoberta da própria saúde essencial, que sempre está lá, apesar de qualquer sintoma ou manifestação emocional que possa dizer o contrário. E para isso, ele próprio deve ter sido iniciado, atravessando a senda do sofrimento e da cura de si mesmo. Um terapeuta se forja a ferro, fogo, dúvida, medo, descrença, até o seu próprio despertar.  Grandes nomes da terapia tiveram que vencer a si mesmos, antes de clinicarem: Milton Erickson superou uma deficiência crônica que o mantinha preso à cama, e após ser desenganado pelos médicos, recuperou-se, tornando-se o grande mestre da psicoterapia estratégica com hipnose. Elisabeth Kubler Ross, psiquiatra, revolucionou o mundo médico ao trabalhar com os pacientes desenganados, preparando-os para a morte, mostrando que existe saúde até no caso dos que estão morrendo. Victor Frankl, psiquiatra austríaco, ao perder família, status, cargos e carreira na Segunda Guerra, e ser  trancafiado em campos de concentração para morrer, não apenas sobreviveu, como trouxe para nós a logoterapia, um conceito que demonstra que até em casos extremos, enquanto o ser humano conserva o seu sentido de vida, permanece saudável. Meir Schneider teve que recuperar-se da cegueira através de métodos naturais para iniciar a sua jornada mundial intitulada self-healing (autocura).

Não é necessário mergulhar no sofrimento para tornarmo-nos bons terapeutas e “iniciadores” aos nossos clientes. Cada um de nós já tem a própria carga de problemas e dores emocionais e físicas, e não necessita buscar outras. O que temos já é o suficiente para nossa própria iniciação. Aprender a olhar para a dor pode não ser a coisa mais legal que existe para pessoas normais, mas para o terapeuta, que trabalha diariamente com a ilusão da dor que o cliente possui, este sim, necessita olhar para a própria dor, até perceber a sua inexistência. Como despertar o poder da cura, inerente a qualquer ser humano, se não estivermos focados na saúde essencial? E não digo apenas foco mental, racional, mas aquela certeza que invade o corpo, a alma e o espírito, a certeza  de que não existe um único ser humano doente na Terra…

E o nosso trabalho é lembrar o cliente que nos procura que esta verdade está disponível a ele também. Sem isso, nenhum trabalho terapêutico pode ter êxito. O terapeuta que acredita na doença não pode facilitar a cura do doente que acredita na doença. Como diz o cirurgião americano Bernie Siegel, que pessoalmente acompanhou centenas de casos de recuperação de doenças graves, “a meu ver, todos os médicos deveriam trabalhar, como parte de sua formação profissional, com pessoas portadoras de doenças ‘incuráveis’. Eles seriam proibidos de receitar medicamentos ou intervenções cirúrgicas; precisariam, isso sim, sair a campo e ajudar os doentes afagando-os, rezando com eles, participando, no nível emocional, de suas dores”.

Ouso dizer que o terapeuta, para se tornar um iniciador, deve despir-se e libertar-se. Despir-se do próprio conhecimento, das próprias crenças sobre cura e doença, terapia e caridade. Despir-se do próprio significado da sua existência neste planeta. Despir-se do significado de si mesmo. Não viemos salvar ninguém, nem a nós mesmos. Um terapeuta deve, simplesmente, retornar à essência, à simplicidade. E aí perceber que não há mais divisão entre o “eu” e o “outro”. Não existe mais divisão entre os diversos níveis de consciência, nem mesmo separação entre mente consciente e inconsciente. Em suma, somos todos um corpo só, saudável, justo e agradável, navegando num mar ilusório e fascinante.  Quem sabe retornar ao espírito do antigo conhecimento xamânico, onde a realidade é tratada como algo sistêmico e muito maior que o nosso pobre ego pode perceber? O físico francês Patrick Druout compartilha desta idéia: “essa maneira de conceber o universo encontra um eco na física quântica. Existe uma interconexão fundamental, religando tudo o que há. Pouco a pouco, consigo ver que os xamãs percebem o universo de uma maneira bem mais ampla que aquela proposta pelos modelos mecânicos do paradigma cartesiano ou da relatividade galileana. Eles não  apreendem a realidade numa relação de causa e efeito, a realidade é para eles como uma teia de aranha, uma rede próximo das interconexões observadas nos modelos da física quântica. “

Ao deixar de ver puramente a doença ou sintoma, quer dizer, causa e efeito, e auxiliar o cliente a perceber onde ele se encontra dentro desta teia de aranha gigante, da qual o terapeuta também faz parte, podemos começar a “brincar” com a realidade, dar “o braço ao cliente”,  e juntos, quem sabe, possamos admirar a cura se manifestar.

Alex Possato é escritor, consultor e diretor do nokomando – desenvolvimento pessoal e profissional.

Formação em terapia sistêmica focada no atendimento individual
Ênfase no auto-conhecimento, desenvolvimento dos valores essenciais do trabalho terapêutico e treinamento prático com supervisão. Em breve – segundo semestre de 2009 Clique no site nokomando